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Na semana mundial do aleitamento materno, Francisco Jr conscientiza para os benefícios da amamentação

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a taxa de bebês brasileiros que se alimentam só de leite materno nos primeiros cinco meses de vida é de apenas 39%, uma taxa considerada baixa, já que a OMS recomenda amamentação exclusiva para bebês até os seis meses de idade.

Dentre vários benefícios, a amamentação favorece o vínculo mãe-filho e facilita o desenvolvimento emocional, cognitivo e do sistema nervoso. Além disso, o leite materno contém, aproximadamente, uma centena de componentes que não podem ser replicados no leite artificial, sendo variada a sua composição de componentes básicos (proteínas, carboidratos e gorduras), que é única para cada bebê.

Para lembrar desse ato tão importante na vida dos recém-nascidos, inicia-se, nesta terça-feira (1), a Semana Mundial do Aleitamento Materno, causa inteiramente apoiada pelo Deputado Francisco Júnior. Foi sancionada em 2015, a lei de políticas de aleitamento materno no estado de Goiás, de autoria do deputado. Na lei, fica estabelecido ações e diretrizes voltadas à promoção e incentivo ao aleitamento, estimulando tanto a amamentação, quanto a doação de leite materno. Além disso, Francisco tem outro projeto de lei, que propõe instalar salas de apoio à amamentação nos órgãos públicos, visando o bem-estar da mãe e do bebê, que visa garantir a coleta e o armazenamento do leite em um ambiente confortável e seguro.

Embora sejam feitas campanhas para a amamentação desde os anos 90, ainda há muitos problemas em relação ao assunto. O que reflete na baixa taxa registrada pela OMS. De acordo com a Organização, existe certa dificuldade da sociedade em entender e apoiar a importância da amamentação.

Por esses e outros motivos, é importante lembrar que as crianças que se alimentam somente do leite materno, no mínimo, até os 6 meses de idade, têm menos riscos de sofrer de doenças respiratórias, infecções urinárias, diarreias, problemas que podem levar a internações e até à morte. Além disso, esses bebês têm menos chances de desenvolver uma série de doenças na vida adulta, como por exemplo, diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

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