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Investir no uso racional da agua é o objetivo do projeto de Francisco Jr

A Assembleia Legislativa analisa o projeto de lei, de autoria do deputado estadual Francisco Jr. (PSD), que institui a política estadual de incentivo ao uso racional e reaproveitamento de água no estado de Goiás. O projeto propõe um grande avanço em preocupação com o futuro desse bem.

A Política Estadual de incentivo ao uso racional e reaproveitamento de água tem como objetivo a conservação das nascentes de rios e córregos, incluindo o estímulo à criação de Unidades de Conservação hídricas, a economia de água e o combate ao desperdício quantitativo nas edificações e a utilização de fontes alternativas para captação de água que não seja o sistema público de abastecimento, além do reaproveitamento.

“Nós precisamos mudar a nossa maneira de tratar a água, criando uma política permanente de uso inteligente e reaproveitamento. Não é só no momento que falta água”, declara Francisco Jr. “Não adiantam ações paliativas, são necessárias ações elaboradas, estudas. E isso não é providência de governo e sim de estado”, alerta. O parlamentar ainda chama atenção para a maneira de utilização do bem “é necessário que aprendamos e mudemos a nossa maneira de usar a água, urgentemente”.

A fixação da meta de consumo será determinado pelo seguinte cálculo: A soma dos últimos doze meses do campo de consumo faturado, dividido por doze. Esse resultado é denominado média aritmética. A média aritmética é multiplicada pelo fator 80 e o resultado é dividido pelo fator 100. O resultado desse equação é a media aritmética base.

O consumidor que atingir o consumo de água igual ou menor do que a média aritmética base encontrada terá obtido o desconto de 30% (trinta por cento) no valor total a pagar da próxima fatura de serviços da SANEAGO.

O deputado destaca que há alguns anos têm se discutido muito sobre os problemas da falta de água, problema esse que tem afetado toda a população e gerando várias consequências. Mas para ele “outra preocupação é com as gerações futuras, quanto ao uso de tais recursos, tendo em vista que a água é considerada como um bem econômico, por ser finita, vulnerável e essencial para conservação da vida e do meio ambiente.”

Francisco Jr alerta que é notório que o desperdício de água tem se tornado inadmissível, e por isso a necessidade de encontrar formas alternativas de atender a população, sem comprometer as gerações futuras.

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